Ecobags com Juta da Amazônia



 

NOTÍCIAS SUSTENTÁVEIS

10 motivos que explicam porque o saco de juta é o melhor para o café

Apesar das diversas previsões sobre o fim da sacaria de juta na exportação de café, a embalagem continua sendo amplamente utilizada

Todo o ano é a mesma história. Novas tecnologias chegam ao mercado de embalagens para grãos de café prometendo ser a sensação e aposentar o tradicional saco de juta. Algum tempo depois o burburinho passa, a tecnologia some e o saco de juta continua sendo um dos mais utilizados pelos exportadores de café.

Por que, depois de tantas décadas, a juta continua sendo uma das principais embalagens utilizadas por produtores e exportadores de café? Veja 10 motivos que explicam porque a juta é tão importante para o mercado:

 

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Antonio Donato Nobre explica como e porque os Rios Voadores são ligados à florestas nativas, e qual as consequências benéficas para o ciclo hidrológico da América do Sul desse funcionamento magnifico da Natureza. - Pesquisa FAPESP

Ecobags Brasil, empresa de confecção de sacolas ecológicas de Juta

 

Cada vez mais, os clientes em geral, se sentem mais responsáveis, exigindo conhecer o impacto econômico, social e ambiental de seus padrões de consumo e dos produtos e serviços que escolhem.

Pensando nisso, a Ecobags Brasil, empresa de confecção de sacolas ecológicas de Juta, oferece às empresas o Triple Bottom Line, ou o Tripé da Sustentabilidade.

 

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Empresa da Noruega lucra desmatando a Amazônia legalmente

 

Vejam como são as coisas. O Presidente do Brasil foi admoestado na Noruega porque não se esforça para proteger a Amazônia dos brasileiros que vivem nela. Mas, ao que parece, o Brasil também não se esforça para proteger a Amazônia dos noruegueses. A Noruega exigiu que o presidente do Brasil vetasse uma Medida Provisória que beneficiava centenas de amazônidas que vivem numa região do Pará, porque, segundo os noruegueses, o texto significava a desproteção da floresta. Temer vetou o texto e prejudicou o povo da Amazônia para atender a Noruega. Ainda assim, além do constrangimento público que impôs ao presidente do Brasil, que chegou a incomodar as forças armadas brasileiras, a Noruega retaliou cortando pela metade a doação que faz ao Brasil por meio do Fundo Amazônia.

Pelo jeito a Noruega não quer desmatamento na Amazônia, não é?   
Só que não.

 

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Noruega anuncia corte de quase R$ 200 mi ao fundo da Amazônia

Ministro Sarney Filho diz que 'apenas Deus' pode garantir queda de desmatamento; presidente Temer está em Oslo

 

Jamil Chade, Correspondente de O Estado de S. Paulo

22 Junho 2017 | 14h27 
Atualizado 22 Junho 2017 | 21h13

 

OSLO - Em plena viagem oficial do presidente Michel Temer (PMDB) para Oslo, o governo da Noruega anuncia o corte de pelo menos 50% no valor enviado para o Brasil em projetos de combate ao desmatamento. O anúncio foi feito nesta quinta-feira, 22, em uma reunião entre as autoridades de Oslo e o ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho. 

 

A Noruega é o maior doador ao Fundo da Amazônia e já destinou ao Brasil US$ 1,1 bilhão. Mas, para 2017, a liberação de recursos foi reexaminada. Em uma carta enviada pelos noruegueses ao governo brasileiro, publicada pelo Estado na segunda-feira, 19, o alerta já estava claro de que o dinheiro poderia secar diante das falhas do Brasil em suas políticas ambientais.

 

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ONU: o plástico está cobrindo e destruindo nosso planeta!

veja o vídeo abaixo:

Petrobras põe à venda segundo campo de gás na Amazônia

A Petrobrás anunciou nessa segunda feira (22/05) o início do processo de venda do campo de gás de Juruá, no Amazonas.

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Juruá foi descoberto em 1978, e segundo o prospecto divulgado pela estatal, tem “volume significativo” de gás natural.

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O campo de Juruá é o segundo ativo colocado à venda pela Petrobrás dentro da nova modelagem do programa de desinvestimentos, que segue a recomendação do TCU (Tribunal de Contas da União), para melhorar a transparência.

 

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Boi clandestino não morre de velho

Por Juliana Tinoco (reportagem) e Marcio Isensee e Sá (fotos e vídeo)

 quarta-feira, 07 dezembro 2016 22:07

 

Apesar de vender uma imagem de confiança na origem, a cadeia da carne no Brasil ainda é incapaz de garantir um bife sem débitos ambientais na mesa do brasileiro. A reportagem de ((o))eco foi até o município de São Félix do Xingu, Sul do Pará, detentor do maior rebanho bovino do Brasil, para conhecer os primeiros elos da cadeia, que continuam fora do controle.

Na região, a taxa de desmatamento é alta, as leis valem pouco e a bagunça fundiária impera. Hoje, os pecuaristas que fazem a venda final aos grandes frigoríficos precisam provar que não desmataram, ou então ficam fora deste mercado. Mas o gado que eles engordaram para abate costuma vir de outras fazendas, em geral menores e sempre livres de monitoramento, que contornam restrições com o bom e velho jeitinho brasileiro. Atravessadores, troca-troca de documentação e a incompetência dos órgãos estaduais e federais permitem que gado de desmatamento chegue legalizado ao matadouro......

 

Os detalhes de como o negócio da carne prospera na Amazônia a despeito da aparente garantia de rastreabilidade são conhecidos pelo setor.  Seus atores falam abertamente do problema dos “indiretos”, como são chamados os produtores de cria e recria. Durante um congresso sobre pecuária sustentável, em outubro, no Canadá, um executivo da Marfrig, 2o maior frigorífico brasileiro, apresentou números mostrando que 50,8% do gado abatido pela empresa em 2015 veio de fornecedores indiretos, os quais, hoje, não são monitorados. ........

 

"Boi não morre de velho no pasto", diz o ditado, popular entre pecuaristas. Todo animal em São Félix vai encontrar um abate, seja por vias legais ou clandestinas. ....

 

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Polo perde área de gelo do tamanho da Índia

Por Observatório do Clima

 quarta-feira, 07 dezembro 2016 17:16

Porções de mar congelado que somadas têm o tamanho da Índia (3,8 milhões de quilômetros quadrados) desapareceram do Ártico e da Antártida no mês de novembro, graças às altas temperaturas do ar e do mar e a mudanças nos ventos.

Segundo o NSIDC (Centro Nacional de Dados de Gelo e Neve) dos EUA, o mês bateu o recorde de redução de gelo em ambos os polos.

No Ártico, a área de gelo marinho medida por satélites em novembro foi de 9,08 milhões de quilômetros quadrados, 1,95 milhão de quilômetros quadrados abaixo da média de 1981 a 2010.

O mês geralmente é de crescimento na área de gelo, já que a partir de outubro as temperaturas despencam e o sol desaparece acima do Círculo Polar. No entanto, o que se viu em novembro, além de um recongelamento menor, foi uma diminuição da área congelada, algo que só aconteceu uma vez antes (em 2013) em todo o período desde que as medições por satélite começaram, na década de 1980.

 

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Saca de café, símbolo das exportações brasileiras, começa a ser aposentada

 

Embalagem de juta, que dominou as vendas do grão para o exterior por dois séculos, vai responder por menos da metade dos embarques do produto em 2016

 

O saco de juta, embalagem-símbolo das exportações de café - e do próprio comércio exterior - do Brasil por longa data, está sendo gradualmente aposentado. A mudança acompanha um cenário de crescente aumento de custos de produção e comercialização, combinado com a baixa do preço do grão no mercado internacional.

 

Ao introduzir enormes sacos plásticos para substituir as tradicionais sacas de 60 quilos, que dominaram os embarques de café por mais de dois séculos, as empresas estão economizando milhões de dólares por ano..

 

 

 

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Príncipe Albert II participa de debate em São Paulo sobre "economia azul"

 

 

O​ Príncipe Albert II de Mônaco participou nesta segunda-feira em São Paulo de um evento para promover o desenvolvimento da aquicultura como um dos pilares da "economia azul", conceito lançando em 2012 durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável Rio+20.

 

O monarca inaugurou no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do estado, a sétima edição da Monaco Blue Initiative (Iniciativa Mônaco Azul), que reúne especialistas de todo o mundo no tema e da qual Albert II é o fundador. Ontem, o príncipe e o governador Geraldo Alckmin fizeram a abertura do encontro e o monarca participou hoje das primeiras mesas de discussão.

 

 

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Amazônia perdeu superfície equivalente ao Reino Unido entre 2000 e 2013

 

 

A Amazônia perdeu entre 2000 e 2013 um total de 222.249 quilômetros quadrados de florestas, uma superfície equivalente ao território do Reino Unido, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira pela Rede Amazônica de Informação Socioambiental Georreferenciada (RAISG).

 

 

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Pesquisadores desenvolvem telha sustentável

Universidade Federal do Amazonas - por Portal BrasilPublicado: 06/01/2016 15h00 Última modificação: 06/01/2016 11h57

PrEcotelha é desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal do Amazonasoduto de fibras naturais da Amazônia, como a malva e a juta, possui uma argamassa que inclui areia, resíduos de cerâmica e pouco cimento

 

Ecotelha é desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas


Uma telha sustentável, criada a partir de materiais como a malva e a juta,fibras naturais da Amazônia, está sendo desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). O produto possui uma argamassa que inclui areia, resíduos de cerâmica e pouco cimento. 
 

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PAÍSES AFRICANOS ESTÃO A CONSTRUIR GRANDE MURALHA VERDE PARA COMBATER DESERTO DO SAHARA

 

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Onze países africanos estão a desenvolver um plano ambicioso para proteger as terras aráveis do deserto do Sahara. O projecto, idealizado pelo Djibuti, Eritreia, Sudão, Chade, Níger, Nigéria, Mali, Burkina Faso, Mauritânia e Senegal, vai plantar várias árvores na região do Sahel e Sahara, criando uma Grande Muralha Verde.

Orçado em €1,8 mil milhões, o projecto começou a ser pensado em 2007 e terá 15 quilómetros de largura e 7.775 de comprimento ao longo do continente, do Senegal, na parte oeste de África, ao Djibuti, no leste.

A desertificação é um dos maiores problemas da África subsariana, podendo afectar até 40% dos terrenos desta região e expondo 500 milhões de pessoas às suas consequências nefastas.

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DERRETIMENTO DE GELEIRAS DESACELERA ROTAÇÃO DA TERRA, ALERTAM CIENTISTAS

Água 17/12/2015 font uol

 

O derretimento de geleiras causado pelo aumento das temperaturas parece estar resultando uma leve desaceleração na rotação da Terra, em mais um sinal da abrangência do impacto das mudanças climáticas globais, disseram cientistas no dia 11 de dezembro.

A força por trás das pequenas, mas discerníveis, mudanças na rotação da Terra medida por satélites e métodos astronômicos é o aumento do nível do mar no mundo, alimentado pelo fluxo de água derretida das geleiras para os oceanos, afirmaram pesquisadores.

“Uma vez que os glaciares estão em altas latitudes, quando eles derretem, eles redistribuem a água dessas altas latitudes para latitudes mais baixas, e, como um patinador que move os seus braços para longe do seu corpo, isso age para reduzir o índice de rotação da Terra”, declarou o geofísico da Universidade de Harvard, Jerry Mitrovica.

O movimento do gelo e da água derretida também causa uma leve migração do eixo da Terra, ou polo norte, num fenômeno conhecido como “deslocamento polar”, disseram os pesquisadores.

“Imagine um patinador que não estica os seus braços direto, e sim estica um num ângulo, e outro em outro ângulo. O patinador vai começar a balançar para frente e para trás. Isso é a mesma coisa que o movimento polar”, afirmou Mitrovica.

A pesquisa investigou as mudanças na rotação e no eixo do planeta com o aumento do nível do mar no século 20 como resultado do aumento das temperaturas globais.

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Museu do Amanhã, feito para pensar no futuro, é inaugurado no RJ

 

Edição do dia 17/12/2015

17/12/2015 22h07 - Atualizado em 17/12/2015 22h08

 

Foi inaugurado nesta quinta-feira (17) no Rio de Janeiro, um museu que oferece uma visão do que pode ser o nosso futuro. O público vai poder conhecer o Museu do Amanhã a partir de sábado (19). O projeto é de um dos arquitetos mais arrojados do mundo.

Um voo para o Amanhã. O futuro pousado bem no centro do Rio de Janeiro. Não se parece com a arquitetura de nenhuma outra parte do planeta. Toneladas de concreto e aço em movimento: com a imagem acelerada, lembram seres vivos.

As abas se abrem para captar a luz do sol – dentro ela é transformada em energia para iluminar e refrigerar parte dos 15 mil metros quadrados da construção. A busca de energia sustentável, um dos muitos aspectos revolucionários no projeto do arquiteto espanhol Santiago Calatrava.

“Uma parte essencial da criação do museu foi a inclusão do movimento. A construção sugere formas da natureza viva, formas de plantas, formas de árvores. As bromélias em particular, porque são plantas específicas da região”, diz o arquiteto Santiago Calatrava.

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E agora? Países devem colocar em prática ações para atingir o 1,5ºC, certo?

 

Fernando Cymbaluk e Lilian Ferreira
Do UOL, em São Paulo 14/12/2015  06h00

 

 

No sábado (12) foi firmado um acordo histórico: 195 países mais a União Europeia concordaram com um acordo climático em que todos se comprometem em reduzir emissões para manter o aumento da temperatura em bem menos do que 2ºC em 2100 frente à era pré-industrial, perseguindo atingir 1,5ºC.

Esse é um objetivo muito ousado, pois em  2015 devemos atingir já o aumento de 1ºC. O texto não traz quais seriam as metas de redução obrigatória para cada país, uma exigência dos EUA, mas prevê uma revisão das metas voluntárias a cada cinco anos, sendo que a primeira seria em 2023. É mais ou menos assim: "não vamos colocar uma meta. Vamos deixar em aberto. Quando a gente atingir uma meta a gente dobra a meta".

Agora, cada país leva tarefas para serem realizadas em casa. Em Paris, foi firmado o compromisso que deve se refletir em ações imediatas para "correr atrás do prejuízo" climático em que estamos.

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Países firmam acordo histórico que indica mudança no combate ao aquecimento

 

Fernando Cymbaluk e Lilian Ferreira
Do UOL, em São Paulo 12/12/201516h27

 

Aprovado por consenso, o Acordo de Paris indica uma virada decisiva em como o mundo encara a questão das mudanças climáticas. Ao aceitar um objetivo ousado -- de limitar as emissões bem abaixo de 2ºC acima dos níveis pré-industriais, e em direção a 1,5ºC--, os países assumem o compromisso de adotar medidas para esse fim. O acordo deve começar a vigorar em 2020.

Este é um acordo histórico: é a primeira vez que todos os países do mundo se comprometem em reduzir suas emissões (o Protocolo de Kyoto de 1997 era apenas para os países ricos), e com um objetivo que exige ações drásticas e imediatas -- já aquecemos 1ºC. E é aí que entram os entraves. 

O documento não descreve quais ações os países devem fazer para reduzir suas emissões e nem traz metas para isso - nem as tidas como voluntárias

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Governo quer zerar o desmatamento ilegal da Amazônia até o ano de 2030

Tonico FerreiraBelterra, PA

O governo brasileiro promete zerar o desmatamento ilegal da Amazônia até 2030. Essa é uma das metas que o Brasil assumiu agora na COP-21, a Conferência do Clima, em Paris. O Globo Natureza enviou o repórter Tonico Ferreira ao coração da floresta para saber o que está sendo feito para atingir essa meta.

A Floresta Nacional do Tapajós é deslumbrante. Tem árvores centenárias, como a castanheira que pode chegar a 50 metros de altura, e mais: a floresta fica ao lado do rio Tapajós, com suas praias desertas, paradisíacas.

A reserva, que fica no Pará é grande, quase do tamanho do Distrito Federal. Uma ilha de floresta em meio ao avanço da agropecuária na região. O trabalho que está sendo desenvolvido para manter essa floresta em pé indica alguns caminhos que podem ajudar o Brasil a cumprir esse objetivo de zerar o desmatamento ilegal até 2030.

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Por que a Conferência do Clima deste ano é tão importante?

Do UOL, em São Paulo

30/11/201506h00 - Jean-Sebastien Evrard/AFP

Conferências do Clima das Nações Unidas ocorrem todos os anos desde 1995. Mas, pela primeira vez, serão 153 governantes a se reunir fora da sede da ONU, em Paris, na França, para discutir medidas para conter as emissões de gases do efeito estufa, que causam as mudanças climáticas. Mas por que este ano a Conferência está sendo mais falada? Por que todos eles irão participar de sua abertura nesta segunda-feira (30)? E o mais importante: por que você deve prestar atenção (se ainda não se importava tanto com o tema)? 

 

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Alta no desmatamento ameaça credibilidade de proposta do Brasil contra efeito estufa?

Rafael Barifouse* Da BBC Brasil em São Paulo

30/11/2015 08h24

 

Árvore sobrevive solitária em área desmatada de Rio Pardo, em Porto Velho (RO)Árvore sobrevive solitária em área desmatada de Rio Pardo, em Porto Velho (RO)

O Brasil chega ao encontro que pretende definir um plano de ação para resguardar o futuro climático do mundo, a COP21, em Paris, como uma proposta considerada forte por analistas, mas sob o impacto de um fracasso em sua principal aposta para reduzir o aquecimento global, a queda do desmatamento na Amazônia.

Três dias antes do início da COP21, a 21ª Conferência das Partes da Convenção -- Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, o Ministério do Meio Ambiente anunciou um aumento de 16% no desmatamento dos Estados da Amazônia entre agosto de 2014 e julho de 2015. 

 

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Los líderes empresariales exigen a los gobiernos un acuerdo global sobre el clima

 

Un grupo formado por 22 líderes de opinión del mundo de la empresa y de la sociedad civil, entre los que se encuentran Richard Branson y el CEO de Unilever, Paul Polman, han firmado una carta dirigida a los jefes de Estado y de Gobierno en la que solicitan que en la próxima Cumbre del Clima que se celebrará en París se alcance el compromiso de lograr cero emisiones de gases de efecto invernadero en el año 2050.

Según pública BusinessGreen, los firmantes de la carta aseguran que “sabemos que el objetivo es ambicioso, pero la ambición es la que va a generar el impulso global”. “La ciencia, los costes económicos y los riesgos sociales del cambio climático son cada vez más claros. Tenemos la seguridad de que un objetivo a largo plazo, en París, debe ser una prioridad urgente”.

 

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Mais da metade das espécies de árvores da Amazônia estão ameaçadas

Paula Moura
Colaboração para o UOL

 

As comunidades locais podem ser essenciais para salvaguardar a floresta, segundo o estudo. Na imagem, comunidade no alto Rio Negro, em São Gabriel da Cachoeira (AM)Hans ter Steege/Divulgação

Um estudo reunindo 158 pesquisadores de 21 países concluiu que pelo menos 36% e até 57% de todas espécies de árvores da Amazônia devem estar ameaçadas. A pesquisa, publicada nesta sexta-feira (20) na revista Science Advances, usou os critérios da lista vermelha de espécies ameaçadas de extinção da União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês). Nesta lista, se há perda de 30%, a espécie é considerada vulnerável; de 50%, ameaçada e de 80% é em perigo de extinção.

O declínio afeta árvores que são representativas da Amazônia como a castanheira, o cacaueiro e a palmeira do açaí. No entanto, a situação é pior em relação a árvores com menor incidência ou mesmo incidência em apenas algumas áreas, explica o pesquisador que liderou o equipe,  Hans ter Steege, do Centro de Biodiversidade Naturalis, na Holanda.

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Ecobags Brasil apoia Sergio Antunes no lançamento do livro Inconsciente Consciente

 

Como sabemos, cada vez mais há a procura de técnicas que desenvolvam a inteligência. “Inconsciente Consciente” é o livro que ajuda a aprimorar as aptidões intelectuais. O autor Sergio Antunes, pesquisador de neurociência cognitiva, com mais de 30 anos de experiência, utiliza técnicas de Leitura Dinâmica, Memorização, Concentração, Mapas Mentais e Métodos de Estudo.

 

Além disso, este livro ensina como se preparar melhor para provas e concursos, aumentar a atenção nas atividades intelectuais e profissionais, potencializar o tirocínio técnico, ampliar a capacidade da resiliência, desenvolver individualmente os pólos intelectuais (digital, visual, auditivo e cinestésico) e através da Roda do Sucesso aprender a equilibrar os segmentos da vida.

 

A Ecobags Brasil, através de seu departamento cultural, tem apoiado estas iniciativas. Pois, através do conhecimento podemos agregar valores e conscientizar pessoas da importância de preservação de nosso planeta.

Realmente é um livro indispensável para todos os estudantes e profissionais que buscam sucesso em suas atividades cotidiana.

 

Biografia do Autor

 

Sergio Roberto Antunes é especialista no processo de desenvolvimento intelectual, com 30 anos de experiência na área, tendo já treinado mais de 40.000 alunos em Leitura Dinâmica e Técnicas de Memorização. É professor universitário, palestrante, pedagogo, consultor em engenharia eletrônica e pesquisador de neurociência cognitiva. Especializou-se na implantação de Educação à Distância para importantes instituições de ensino no Brasil. Seus trabalhos já foram exportados para a Argentina, EUA e Portugal. É também Trainner Advanced em PNL e NeuroCoaching.

 

 

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Mudança climática levará seca ao leste da Amazônia e chuva ao oeste

Rafael Garcia Do G1, em São Paulo

(Imagem: Duffy et al./PNAS)  

   

Simulações projetam desequilíbrio na distribuição de umidade após 2040.
Influências do Atlântico e do Pacífico sobre a região vão mudar, indica estudo.

Alterações médias de precipitação (em milímetros por dia por século) simuladas para a Amazônia até 2100. Pesquisadores projetam maior desequilíbrio na distribuição de umidade

O aquecimento global vai ampliar a ocorrência de eventos climáticos extremos na Amazônia, causando mais secas no leste e mais inundações no oeste. Essa é a conclusão de um estudo que

avaliou as projeções de 35 simulações de computador para o clima da região.

O trabalho, liderado por Philip Duffy, do Centro de Pesquisas de Woods Hole, em Massachusetts (EUA) e com participação do brasileiro Paulo Brando, do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), mapeia os mais prováveis impactos da mudança climática para a região diante de um cenário relativamente pessimista, no qual a emissão de CO2 continua crescendo desenfreadamente.

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País tem de zerar desmate para cumprir meta

Por: Claudio Angelo
Fonte: Observatório do Clima

 

Primeira análise completa da contribuição do Brasil para o acordo de Paris sugere que promessa feita por Dilma Rousseff é mais ambiciosa do que os planos de seu governo para atingi-la

A meta registrada pelo Brasil para o acordo de Paris é ambiciosa. Mas, se quiser cumpri-la, o governo precisará ir bem além de simplesmente zerar o desmatamento ilegal na Amazônia, como prometeu: precisará zerar o desmatamento em todo o país, legal e ilegal. A conclusão é da primeira análise detalhada do plano climático brasileiro, publicada ontem (22/10) por um grupo de pesquisadores da Coppe-URFJ.

Segundo um modelo computacional que leva em conta as emissões e o desempenho da economia brasileira rodado pela equipe de Roberto Schaeffer, da Coppe, atingir a meta de 1,3 bilhão de toneladas de CO2 em 2025 e 1,2 bilhão em 2030, valores propostos pelo Brasil na sua INDC (Contribuição Nacionalmente Determinada Pretendida), exigirá três componentes. Dois deles estão longe dos planos do governo federal.

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